Japão na tentativa de sediar a copa de 2022 cria conceito nunca utilizado em mundiais para quebrar barreiras étnicas.

por Olhar Digital

O Japão perdeu a disputa com o Qatar para sediar a Copa do Mundo de 2022 em que prometia uma campanha extremamente fora do comum onde oferecia holografia como elemento primordial durante o evento. As transmissões seriam em estádios de verdade, substituindo as atuais Fan Fests, que reúnem pessoas em torno de telões.

A holografia seria usada como uma forma de quebrar barreiras étnicas, causadas por diferentes idiomas e culturas. Com essa tecnologia, é possível realizar traduções automáticas, reconhecimento de etnia e, inclusive, ver a Copa do Mundo de outro lugar do mundo, como se estivéssemos num estádio japonês.

 

Funcionaria assim: imagem seria gerada por duzentas câmeras de alta definição que captam a partida em 360 graus, enquanto o realismo sonoro é gerado por dispositivos de áudio de entrada espalhados estratégicamente pelos estádios japoneses, que levariam o som para dispositivos de saída de áudio colocados em 400 estádios selecionados pelo mundo.

O investimento a ser feito para a implantação de tal tecnologia, transmitida em tempo real para o mundo inteiro, tem o custo de 6 bilhões de dólares. Tanta tecnologia gerou um pouco de descrença já que muita gente não acreditou em tal capacidade tecnológica. 

Você pode não acreditar no Japão, mas pode acreditar na Techno Motion! Holografia é a nossa realidade, já produzimos diversos materiais utilizando essa tecnologia que vem se mostrando cada vez mais presente. Confira: