Tecnologia na educação: Entenda o objetivo principal desse recurso no aprendizado

criança usando o notebook para estudar simulando a tecnologia na educação
tecnologia na educação

Infelizmente, a pandemia nos pegou de surpresa. Projetos que estavam sendo adiados, tiverem que ser antecipados. Muitos hábitos e comportamentos que eram previstos para acontecer daqui 5 anos, já se tornaram comuns para todos nós.

Diante disso, através de uma evolução constante, você sabia quais são os maiores avanços que ocorreram através da tecnologia na educação nesses últimos 2 anos? Será que eles foram positivos ou negativos?

É disso que vamos conferir agora. Boa leitura!

1- Plataformas digitais de ensino

professor dando aula online para alunos
Fonte: Guia do estudante

Primeiro de tudo, nesse tópico vale ressaltar o tão famoso ensino a distância (Ead), que era algo totalmente criticado e reprovado pela maioria dos governantes.

Porém, devido a pandemia, todos os caminhos se fecharam e somente dessa forma que pudemos perceber o quão efetivo e poderoso esse modelo de estudo é.

Dados apontam que a procura pelo EAD cresceu 30% durante a pandemia. Além de outros benefícios como ajudou o aluno a se tornar mais proativo e buscar seu próprio aprendizado, já o preparando para que no futuro não desenvolva um comportamento sem atitude.

Da mesma forma, quando falamos de plataformas online no tema tecnologia na educação, também podemos incluir as escolas que ensinam línguas, empreendedorismo, música e cursos online em geral.

2- Gamificação

tecnologia na educação

A Gamificação é uma aplicação com recursos e características de games, que podem ser utilizadas em diferentes ambientes e ramos. Trata-se do uso de mecânicas e técnicas de jogos para facilitar o aprendizado das pessoas.

O interessante da Gamificação é porque além de estimular a competitividade de um jeito saudável, deixa o ambiente muito mais divertido e interativo.

Ao invés da previsibilidade, o usuário geralmente é surpreendido pela programação, que pode conter diversos tipos de interações como: 

  • Níveis;
  • Desafios;
  • Pontos;
  • Conquistas;
  • Recompensas.

No entanto, não confunda essa dinâmica como um conceito qualquer, pois ela contém características e recursos de games inseridos…

Analisando as formas de apresentação das tecnologias atuais, já podemos notar, que a quantidade de pessoas que jogam ou estão inseridas em algum tipo de jogo eletrônico, é muito alta.

E acredite, esse número só tende a crescer.

3- Ferramentas

criança usando óculos de realidade aumentada

Quando falamos sobre usar simuladores de ambientes na área da educação, se tratamos de tecnologia na educação que vão além de lousas digitais ou notebooks substituindo os cadernos.

A simulação virtual no ambiente educacional se tornou um importante utensilio para promover a interação e o aprendizado em diversos lugares possíveis. Principalmente na absorção de conhecimentos.

Outra também que está sendo cada vez mais usada e surpreende todos que tem o privilégio de passar pela experiência é a realidade aumentada, ela pode criar ambientes em conjunto com a realidades, tipo os filmes do homem de ferro sabe? É algo muito legal mesmo que também está numa crescente.

Os benefícios dessas ferramentas digitais não só te ajudam no conhecimento mas, também, te possibilita uma noção de como está o mercado atualmente.

Hoje em dia, o mundo do trabalho está exigindo profissionais mais capacitados, com uma bagagem mais experiente em problemas rotineiros que exigirão uma grande criatividade e preparo.

Ou seja, a experiência prática através de simuladores e a realidade aumentada, permite a aquisição de diferentes conhecimentos aplicáveis, mesmo dentro da sala de aula.

E então, gostou do conteúdo?

Então, caso queira saber mais, temos uma página exclusiva de simuladores aqui em nosso site. Basta apenas clicar aqui, falar com nossos especialistas e personalizar o seu simulador do jeito que você quiser!

Por fim, um abraço da equipe Techno Motion e até mais!

Olimpíadas 2021: Retrospectiva sobre tudo o que aconteceu!

arco das olimpiadas
olimpiadas

No último dia 8 de Agosto de 2021, as olimpíadas se encerraram. Com 17 dias de evento, esse torneio foi motivo de felicidade para o povo brasileiro, já que o Brasil trouxe um total de 21 medalhas para a casa: 7 de ouro, 6 de prata e 8 de bronze, algo nunca conquistado antes no nosso país.

O evento em Tóquio trouxe inúmeras novidades tecnológicas e avanços, tanto nas transmissões quanto na competição entre as modalidades. Porém hoje, nesse artigo, vamos falar quais foram esses atletas brasileiros que conquistaram esse prêmio tão desejado por todos.

Vamos lá? Boa leitura.

Medalhas de bronze

olimpiadas

Na nossa lista de medalhistas de bronze temos:

1- Mayra Aguiar- Judô até 73Kg

A judoca Mayra Aguiar, 29 anos, conquistou o bronze nas olimpíadas 2021 no dia 29 de Julho, um dia depois da abertura oficial do torneio.

Também no mesmo torneio, ela se consagrou como a primeira atleta de judô do brasil a conseguir três pódios olímpicos, repetindo o terceiro lugar na categoria até 78Kg, onde já havia ganhado medalhas de bronze em 2012 e 2016.

Na disputa do bronze em Tóquio, Mayra venceu a sul-coreana Hyunji Yoon por ippon, com uma imobilização sobre a adversária com apenas 1 minuto e 18 segundos de luta.

2Abner Teixeira- Boxe

No boxe, Abner Teixeira garantiu a medalha de bronze para o Brasil mesmo não tendo sido classificado para a final do torneio.

A cerimônia de premiação foi realizada por volta da 1h (horário de Brasília), três dias após a luta de Abner com o cubano Julio La Cruz pela semifinal.

Apesar da derrota, o brasileiro ficou com o bronze, pois no boxe não existe disputa pelo terceiro lugar. No fim, o orgulho venceu a frustração.

Fonte: G1. Globo

3- Bruno Fratus — Natação 50m livre

Partindo para as águas, o Nadador, Bruno Fratus de 32 anos, também conquistou a medalha de bronze ao competir na final dos 50m livre em Tóquio.

“Fiquei no quase em 2012 e no Rio, em 2016. É um grito de finalmente medalhista olímpico, finalmente realizei meu sonho de quando tinha 11 anos de idade. Isso não teria acontecido sem o suporte, o amor, a amizade e a torcida de todo mundo que está agora do meu lado. E não teria sido sem a palavra de quem duvidou também” Declarou Bruno ao sportv

Bruno Fratus também agradeceu o apoio que recebeu de sua esposa, Michelle Lenhardt, e de seus pais ao longo de sua trajetória como nadador.

4- Fernando Scheffer — Natação 200m livre

Continuando nas piscinas, o nadador Fernando Scheffer de 23 anos, conquistou a medalha de bronze nas olimpíadas 2021 ao nadar na final dos 200m livre.

o gaúcho fez 1min44s66, ficou com a terceira colocação e colocou o Brasil no pódio dos 200m livre 25 anos depois de Gustavo Borges ficar com a prata em Atlanta.

Nadando na raia 8, Scheffer entrou na final com o pior tempo, mas foi inteligente ao controlar o ritmo das braçadas até os 50m finais

A medalha foi conquistada na batida, com somente dois centésimos de segundo de vantagem para o romeno David Popovic, de 16 anos.

5- Alison dos Santos — 400m com barreira

Na maratona de corrida com barreiras, o Alison dos Santos de 21 anos conquistou a medalha de bronze na prova dos 400 metros (m) com barreiras da Olimpíada de Tóquio (Japão), na noite do dia 02 de Agosto de 2021.

Essa foi a primeira medalha do atletismo do Brasil na atual edição dos Jogos Olímpicos. O paulista de 21 anos cravou o tempo incrível de 46s72, quebrando o recorde sul-americano e baixando pela primeira vez a marca de 47 segundos.

“Foi uma prova louca, uma prova muito forte, uma prova histórica onde fizeram o que achavam que era impossível, quebrar a barreira dos 46s. Três atletas correram abaixo de 47s, a prova mais rápida da história, e fico muito feliz por fazer parte disso” disse Alison.

Fonte: Agência  Brasil

6- Luisa Stefani e Laura Pigossi — Tênis (dupla)

Agora nos ginásios, dupla de tenistas conquista a medalha de bronze em um jogo com final dramático e leva tênis brasileiro pela primeira vez na história à cerimônia de premiação dos Jogos Olímpicos.

Na tarde do sábado (31.07) em Tóquio, as tenistas Laura Pigossi, 26 anos, e Luisa Stefani, 23, ambas nascidas em São Paulo, conquistaram aquela que pode ser classificada até o momento como a mais impensável das medalhas para o Brasil no Japão. Jogando na quadra número 1 do Ariake Tennis Park, as duas derrotaram, em uma partida recheada de emoção e drama, as russas Elena Vesnina e Veronika Kudermetova.

O pódio foi o primeiro do tênis brasileiro em todos os tempos em Olimpíadas e coroou uma semana em que Luísa e Laura foram escrevendo seus nomes na história da modalidade a cada vitória que conquistavam, sempre contra rivais tidas como superiores.

Fonte: Rede do esporte

7- Daniel Cargnin — Judô até 66kg

O gaúcho Daniel Cargnin conquistou a medalha de bronze na categoria até 66 kg (meio-leve) do judô nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, ao derrotar na disputa do terceiro lugar o israelense Baruch Shmailov com um waza-ari.

Esta é a segunda medalha do Brasil em Tóquio, o judô mantém a tradição de sempre levar o Brasil ao pódio em Olimpíadas desde os Jogos de Los-Angeles-1984.

8- Thiago Braz — Salto com vara

Campeão olímpico na Rio 2016, o paulista Thiago Braz conquistou nesta terça-feira (3) medalha de bronze na prova de salto com vara na Olimpíada de Tóquio.

Inicialmente, Thiago superou a marca de 5,55m. Em seguida, o sarrafo subiu para 5,70m e 5,80m, até chegar aos 5,87m, superando 5,82m que havia sido o melhor salto na temporada. O paulista foi eliminado na luta pelo ouro quando o sarrafo chegou em 5,92m, pois não foi possível ultrapassá-lo.

Esta foi a segunda medalha conquistada pelo atletismo brasileiro em Tóquio. A primeira ficou no peito do paulista Alison dos Santos, na prova de 400 metros com barreiras. Ele atingiu a marca de 46s72.

Fonte: Agência Brasil

Medalhas de prata

olimpiadas

Agora os atletas que trouxeram a medalha de prata para o Brasil foram:

1- Bia Ferreira — boxe peso leve

Beatriz Ferreira, a Bia, levou a medalha de prata na disputa do peso leve (57 a 60kg) do boxe feminino nas Olimpíadas de Tóquio. A brasileira fez uma luta muito dura, mas foi derrotada pela irlandesa Kellie Anne Harrington por decisão dos juízes (5:0).

Nos últimos três minutos da luta, Bia voltou ainda mais agressiva para vencer o round e, consequentemente, a luta.

2- Rebeca Andrade — Ginástica artística: individual geral

A brasileira Rebeca Andrade conquistou nas Olimpíadas de 2020 uma inédita medalha para a ginástica artística do país. A ginasta ficou com a medalha de prata no individual geral, que premia a atleta com a performance mais completa em quatro aparelhos.

Ela chegou até o último aparelho, o solo, com boas chances de levar o ouro. Ao som do hit funk “Baile de Favela”, Rebeca fez uma apresentação contagiante. A brasileira, no entanto, pisou duas vezes fora do tablado, o que tirou alguns décimos de sua nota, e não conseguiu superar a norte-americana.

Fonte: CNN Brasil

3- Rayssa Leal — Skate street

Bom, falando agora da nossa fadinha do skate, Rayssa Leal com apenas 13 anos, fez história e conquistou a medalha de prata no skate street feminino em Tóquio, tornando-se a mais jovem medalhista Olímpica da história do país.

Esta foi a terceira medalha do Brasil em Tóquio 2020, após a prata de Kelvin Hoefler no street masculino e o bronze de Daniel Cargnin no judô. Mais do que tudo, uma medalha que representa a renovação, a alegria e a esperança.

Com a entrada do skate no programa Olímpico, a popularidade de Rayssa aumentou bastante no Brasil. Agora, ela é muito mais do que uma sensação da internet. Ela é uma medalhista Olímpica, com vários Jogos Olímpicos pela frente.

Fonte: Olympics.com

4- Kelvin Hoefler — Skate street

Continuando nas pistas de skate, Kelvin Hoefler, 28 anos, fez história nas Olimpíadas de Tóquio 2020 ao ganhar a primeira medalha do Brasil nesta edição do evento mundial.

A prata de Kelvin veio na primeira final do skate em uma Olimpíada, já que também é a primeira vez que o esporte é incluído no programa.

O paulista conquistou o segundo lugar no street masculino ao somar 36,15 na grande final, ficando atrás apenas do japonês Yuto Horigomi, que somou 37,18.

Fonte: Marcia Travessoni

5-Pedro Barros — Skate park

O catarinense Pedro Barros conquistou a medalha de prata no skate park na Olimpíada de Tóquio, no início da madrugada da quinta-feira (5) no Parque de Esportes Urbanos de Ariake.

Ele garantiu a a segunda posição da prova com a nota de 86,14 pontos, que alcançou logo em sua primeira tentativa. Nas outras duas ele fez 73,5 e 22,99.

Fonte: Agência Brasil

6- Seleção feminina de vôlei

Agora nas quadras, o Brasil infelizmente não conseguiu fazer frente com os EUA nas finais do torneio em Tóquio, onde perdeu por 3 sets a 0.

O Brasil, por sua vez, chega à primeira medalha de prata. Além dos dois ouros, em Pequim e Londres, a seleção também tem outros dois bronzes no currículo, em Atlanta 1996 e Sydney 2000.

Fonte: Ge. Globo

Medalhas de ouro

olimpíadas

Agora, vamos pros atletas que chegaram ainda mais longe e conquistaram a medalha de ouro representando o Brasil, tivemos:

1- Ana Marcela – Maratona Aquática

A Sargento Ana Marcela Cunha levou, mais uma vez, o nome do Brasil ao lugar mais alto do pódio, nas Olimpíadas de Tóquio. A pentacampeã mundial foi a mais rápida na maratona aquática e conquistou, na noite da terça-feira (3), a 15ª medalha para a delegação brasileira.

O ouro foi disputado segundo a segundo entre as adversárias, mas a militar obteve a melhor performance na competição de 10km. A Sargento completou a prova com o tempo de 1h59m30s8.

Ao comemorar a recente vitória, Ana Marcela relembrou os desafios que enfrentou. “São 13 anos de espera e essa medalha representa muito”, destacou a campeã olímpica.

Fonte: Gov.br

2- Martine Grael e Kahena Kunze — Vela

Com uma largada excelente, Martine Grael e Kahena Kunze administraram com tranquilidade a briga com as rivais e conquistaram, na baía de Enoshima, a medalha de ouro na classe 49erFX de vela.

Na última regata, elas ficaram em terceiro lugar, mas à frente das adversárias diretas pelo título, as holandesas Annemiek Bekkering e Anette Duetz, e as alemãs Tina Lutz e Susann Beucke. É a 19ª medalha da vela brasileira em Olimpíadas.

 O bicampeonato olímpico da dupla que chegou a Tóquio como favorita e mantem uma tradição familiar na vela. Martine Grael é filha do também bicampeão olímpico Torbel Grael e Kahena Kunze é filha de Claudio Kunze, campeão mundial juvenil nos anos 1980.

Fonte: Ge. Globo

3- Rebeca Andrade — Ginástica artística: salto

Sim, mais uma vez ela, provando que o povo brasileiro nunca desiste, a brasileira conquistou a primeira medalha da história da ginástica feminina em Jogos Olímpicos e chega ao segundo pódio no Japão. Brasileira fica à frente de Mykayla Skinner e Seojeong Yeo.

Com média de 15,083 pontos, garantiu o ouro no salto das Olimpíadas de Tóquio. Depois da prata no individual geral, Rebeca volta a subir ao pódio e conquista sua segunda medalha nos Jogos. A primeira da ginástica feminina do Brasil na história.

4- Ítalo Ferreira – Surf

Surfando pelas ondas e conquistando o primeiro lugar no pódio, Ítalo Ferreira, 27 anos, atual detentor do título mundial de surfe, é também o primeiro campeão olímpico da história da modalidade!

O atleta de 27 anos, natural de Baía Formosa (RN), conquistou a medalha de ouro nos Jogos de Tóquio, sem tomar conhecimento do japonês Kanoa Igarashi no agitado mar de Tsurigasaki, na região de Chiba.

O título veio na madrugada da terça-feira, 27, com um placar contundente: 15.14 a 6.60.

Fonte: Veja

5- Hebert Conceição — boxe peso médio

Nos ringues novamente, o pugilista Hebert Conceição de 23 anos fez história e ganhou ouro no torneio de boxe ao nocautear, nos últimos minutos, o ucraniano Oleksandr Khyzhniak na final do torneio de até 75Kg.

Faltando apenas cerca de 90 segundos para o final, Hebert disparou um golpe poderoso que deixou o campeão olímpico Oleksandr Khyzhniak no chão e garantiu a comemoração para o Brasil.

“Eu dei sorte, encaixei e foi nocaute”, disse ele. “Não tenho tantos nocautes, mas treino muito para isso”. “Difícil falar a sensação, é incrível, uma emoção muito grande, senti a energia de todo mundo que estava torcendo. Eu acreditei que eu podia e que bom que aconteceu, eu fui premiado e a gente merece”, afirmou o boxeador.

Fonte: Agência Brasil

6- Isaquias Queiroz — canoagem

Falando agora do nosso baiano que precisa de apenas mais 2 medalhas para se tornar o maior atleta medalhista olímpico do Brasil, Isaquias Queiroz, 27 anos, fez história nas águas japonesas e conquistou a medalha de ouro na prova do C1 1000 metros.

Ele chegou na primeira colocação com o tempo 4:04.408. A medalha de prata ficou com o chinês Hao Liu com 4:05.724. O bronze, por fim, coube ao moldavo Serghei Tarnovschi, com 4:06.069.

Isaquias ficou na quarta colocação nos primeiros metros, mas já pulou para a terceira posição para fechar os 250m iniciais. Na segunda parcial, o brasileiro assumiu a vice-liderança, se consolidando na prova.

Fonte: Uol.com

7- Seleção masculina no futebol

Para finalizar, a seleção masculina de futebol conquistou o bicampeonato olímpico em um lugar muito especial para os brasileiros

Dessa vez não tinha taça, tinha pódio. E tinha a Espanha no caminho, que começou em cima. Diego Carlos quase fez contra, mas conseguiu se recuperar.

Fim de jogo, um a um. Malcom, formado no Corinthians, saiu do banco para oxigenar a seleção. E, aos dois minutos do segundo tempo da prorrogação, o atacante deu uma arrancada incrível e decidiu o jogo. Dois a um.

Pela segunda vez na história, o estádio de Yokohama virou um salão de festas do futebol brasileiro, pentacampeão mundial e, agora, bicampeão olímpico.

E para finalizar, clique aqui para assistir um resumo sobre o desempenho do Brasil em todo o torneio que aconteceu no Japão no entre os dias 23 de Julho e 8 de Agosto.